“Dança contemporânea, olhares plurais” chega ao Centro Cultural Olido

FOTO: DIVULGAÇÃO

De 12 a 14 de julho, o Centro Cultural Olido recebe o Seminário Dança Contemporânea, Olhares Plurais, proposta do Núcleo Pé de Zamba, pensada para instigar a reflexão sobre as diferentes possibilidades estéticas e temáticas de criação na dança atual. Com atividades teóricas e práticas, gratuitas e abertas ao público em geral, o evento conta com artistas e pesquisadores de São Paulo e de outros estados, centrando as ações em dois grandes eixos: a interface entre tradição em contemporaneidade na criação em dança, e o olhar descolonizador para as práticas e temáticas em dança.

Segundo Andrea Soares, diretora do Núcleo Pé de Zamba, a ideia do Seminário vem da necessidade de gerar questionamentos e reflexões sobre a criação e circulação da dança em São Paulo. “Seguindo uma tendência de valorização e respeito às populações originárias de nossa cultura, este impulso emancipador dos modos de pesquisar e criar dança na cidade dialoga com seu perfil multicultural e constrói pontes não só com diferentes públicos e regiões, mas com possibilidades de ampliar os horizontes para a fruição e crítica da dança”, comenta.

Confira a programação:

12/7 (sexta-feira)

19h – Palestra: “O pensamento redondo: pistas para liberdades na criação artística”, com Francisco van der Poel, o Frei Chico.

13/7 (sábado)

13h30 às 18h30 – Oficina com Ivan Bernardelli

19h – Bate-papo: “Dos ‘quintais’ aos palcos: pontes possíveis entre as Culturas Tradicionais Brasileiras e a Dança Contemporânea”, com Eloisa Domenici e Ivan Bernardelli. Mediação: Yáskara Manzini.

14/7 (domingo)

10h às 14h – Oficina com Renata Lima.

15h – Bate-papo: “Mesmas realidades, outras histórias”, com Gal Martins e Renata Lima. Mediação: Deise de Britto.

SERVIÇO:

Seminário – Dança Contemporânea, Olhares Plurais

De 12 a 14 de julho.

Local: Centro Cultural Olido – Sala Café.

Av. São João, 473, 2ª andar – Centro – prox. à Estação República do Metrô.

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“Plano Sequência / Take 2” chega ao Teatro de Contêiner Mungunzá

Foto: Leandro Moraes

Em temporada de duas semanas, de 5 a 14/7 (sextas, sábados e domingos, sempre às 20h), a Jorge Garcia Companhia de Dança apresenta seu mais recente trabalho, “Plano Sequência / Take 2”, remontado em adaptação para o Teatro de Contêiner Munguzá, uma vez que a criação é atravessada pela arquitetura do espaço onde se insere, evidenciando fluxos de trânsitos, afetos e a relação que pode se estabelecer entre corpos, espaços e tecnologia. A apresentação é parte de residência artística proposta para o espaço com videoinstalação, conversa pública e workshop realizado desde o dia 10 de junho. A entrada é gratuita.

Em cena, oito intérpretes – além do músico Eder “O” Rocha, que executa a trilha oiginal –, dançam, filmam, operam equipamentos e apoiam-se mutuamente na construção do acontecimento. O público pode assistir, em tempo real, a gravação de um filme sem cortes, cujas cenas, baseadas em coreografias, jogos cênicos e improvisações orientadas, se encadeiam fluidamente.

 

SERVIÇO:

“Plano Sequência / Take 2” – Jorge Garcia Companhia de Dança

Dias 5, 6, 7,12,13 e 14/7 (sextas, sábados e domingos, às 20 h)

*Dia 07/07, conversa pública após apresentação

Até 14/07/2019 (segunda a domingo, das 9h às 21h)

Teatro de Contêiner Mungunzá – Rua dos Gusmões, 43 – Santa Ifigênia, São Paulo (próximo à Estação Luz do Metrô – Linhas Azul e Amarela – Tel: 11 976327852).

GRÁTIS

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“A Flor da Lua” tem sua última apresentação em São Paulo

A Flor da Lua+Marcus Moreno+foto Silvia Machado 2 pb

Foto: Silvia Machado

Após uma circulação que passou por diferentes cantos da cidade de São Paulo nos últimos três meses, o artista Marcus Moreno chega à última apresentação da temporada do solo “A Flor da Lua”, trabalho que fala da passagem do tempo, usando como metáfora a rara flor de um cacto, que ao desabrochar, dura apenas uma noite. O trabalho será apresentado no dia 8 de junho, na Capital 35, no Sumaré, às 19h.

Espécie pouco conhecida, geralmente encontrada em florestas tropicais, a flor da lua é geralmente descrita, por aqueles que tiveram oportunidade de conhecer sua rebentação, pelo perfume intenso e o movimento constante de suas pétalas se abrindo. Um desses relatos, o da artista e ilustradora botânica Margaret Mee, serviu de inspiração para a peça atual.

SERVIÇO:

“A Flor da Lua”, de Marcus Moreno

Dia 8 de junho (sábado, às 19h)

Capital 35 – Rua Capital Federal, 35 – Sumaré – São Paulo/SP

Entrada Franca.

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“Behind the Clothes” encerra temporada no Kasulo

BEHIND THE CLOTHES-Foto Leandro Moraes1

FOTO: LEANDRO MORAES

“Behind the Clothes”, criação da Plataforma Shop Sui, que transpõe para a cena movimentos de condicionamento do homem e os dispositivos da sociedade de consumo, faz últimas apresentações neste final de semana, no Kasulo Espaço de Cultura e Arte. A entrada é gratuita.

Com direção do bailarino e pesquisador Fernando Martins, a peça reproduz diferentes traços de uma personalidade consumida por um sistema de repetição, onde movimentos, ações e reações parecem tão naturais que passam desapercebidos, mas escondem uma linguagem secreta.

Como um reflexo do meio social, onde sucessivas e repetitivas representações condicionam o corpo, a rotina diária manifesta questões que impulsionaram os estudos do trabalho e a conversão dessa sensação em movimentos.

As apresentações integram o projeto “Brain Diving – procedimento para cena”, contemplado pela 24a edição do Programa Municipal de Fomento à Dança.

SERVIÇO:

“Behind the Clothes”, com Plataforma Shop Sui

Dias 17, 18 e 19/5 (sexta e sábado, às 21h; domingo, às 19h)

Kasulo Espaço de Cultura e Arte – Rua Souza Lima, 300 – Barra Funda/SP

Entrada gratuita

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Fundo de Quintal comemora 40 anos de carreira em show no SESC Pompeia

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DIVULGAÇÃO

Em duas apresentações, o grupo traz para São Paulo o repertório do DVD Roda de Samba no Cacique de Ramos, com seus maiores sucessos

A Comedoria do Sesc Pompeia vai se transformar em uma grande roda de samba! Para comemorar 40 anos de carreira, o grupo Fundo de Quintal faz dois shows na Unidade – dias 5 e 6 de abril, hoje e amanhã, às 21h30. O show apresenta as canções do DVD Roda de Samba no Cacique de Ramos, que leva o nome do local onde o grupo começou a carreira.

Os músicos vão apresentar seus grandes sucessos, tais como: A Batucada dos nossos Tantãs, Boca Sem Dente, Vai Lá Vai Lá, Lucidez, Nosso Grito, O Show tem que Continuar, Amizade, entre outros.

Atualmente, o Fundo de Quintal é formado por Ademir Batera (bateria), Bira Presidente (pandeiro e voz), Sereno (tantã e voz) e Ubirany (repique e voz), Júnior Itaguaí (banjo e voz) e Márcio (cavaco e voz).

SERVIÇO:

Lançamento do DVD Roda de Samba no Cacique de Ramos

Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93 – Pompéia/SP.

Dias 5 e 6 de abril de 2019, sexta-feira e sábado, às 21h30.

Para informações em:

instagram.com/sescpompeia

facebook.com/sescpompeia

twitter.com/sescpompeia

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Visões Urbanas chega à sua 12ª edição

4-Cia Flex+Transeuntes-Foto de Karol Araújo

Karol Araújo

Serão 15 companhias, entre brasileiras e estrangeiras a ocupar 8 espaços da cidade com uma programação extensa

De 5 a 19 de abril, acontece em São Paulo mais um Visões Urbanas – Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas, concebido e realizado pelos artistas e pesquisadores Ederson Lopes e Mirtes Calheiros. Nesta 12ª edição, artistas do Brasil, Bélgica, Itália, Estados Unidos e Ucrânia se encontram para uma diversificada e intensa programação acolhida em 8 espaços da cidade: espetáculos e intervenções ocupam o Vale do Anhangabaú, o Instituto Italiano di Cultura, a Casa das Rosas e as unidades Santo Amaro e Campo Limpo do Sesc; o Centro de Referência da Dança recebe oficinas e exposição fotográfica; e a Lara Mara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, e o MIS – Museu da Imagem e do Som exibem mostra de videodança. No dia 20, Visões Urbanas, em sua versão “Extensão”, viaja para a Baixada Santista e ocupa o Instituto Histórico e Geográfico de São Vicente. Toda a programação é gratuita.

Com o desejo de trabalhar sobre a ideia de resistência no tempo, o olhar curatorial focou em artistas com uma trajetória que, de certa forma, traduzem permanência na arte e na pesquisa. “Por isso, esta edição reúne, em boa medida, artistas mais maduros, valorizando a contribuição desses artistas que aproximam diferentes tempos históricos, que seguem criando e cujos trabalhos estão em contínuo diálogo com o nosso tempo”, afirma Mirtes Calheiros, diretora da Cia Artesãos do Corpo e curadora artística do Festival.

A abertura do Visões Urbanas acontece na tarde de sexta (5/4), a partir das 17h, com 5 performances apresentadas em sequência nos baixos da Praça Ramos de Azevedo, onde localiza-se o Monumento a Carlos Gomes e a Fonte dos Desejos, no Vale do Anhangabau. Começa com “Outono”, da companhia italiana Arearea, seguida da carioca Cia Gente, com “Fio do Meio” (Ato nº 1 – A crise das Borboletas); “RedBlueWhiteBlack&Orange – a dança da resistência”, com a Maida Withers Dance Construction Company (EUA/Ucrânia); a Flex companhia de dança do Ceará, com “Transeuntes”, e Cilô Lacava, de São Paulo, com “Oximoro II”.

Confira a programação completa em:

www.visoesurbanas.com.br

https://www.facebook.com/events/239722073582537/

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Vale do Anhangabaú é palco de “Medusa Concreta”

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FOTO: MARIANA CHAMA

Montagem da Cia Les Commediens Tropicales e do Quarteto à Deriva percorre durante duas horas a região entre os viadutos de Santa Efigênia e do Chá, no centro de São Paulo. Banda ambulante com bateria, teclado, sax e baixo acompanha toda a encenação, que conta também com um carro dourado

A Cia. Les Commediens Tropicales e o Quarteto à Deriva estão completando 13 anos de trabalhos contínuos na cidade de São Paulo com seis espetáculos em conjunto, e agora rumam para estreia de sua nova criação: Medusa Concreta, uma montagem de rua em pleno Vale do Anhangabaú – de 24 de agosto a 9 de novembro, com sessões as sextas, sábados e terças-feiras, sempre às 17h –, que começa na Praça Pedro Lessa (ao lado do prédio dos Correios) e termina ao lado do Teatro Municipal de São Paulo.

“Pela primeira vez temos a mitologia grega, de fato, como ponto de partida, uma vez que ela está sempre nos ecos, no imaginário. Mas como já havíamos dito desde nossa primeira peça, é preciso instaurar um pensamento antimitológico. É preciso superar os gregos, nem que seja dando voz a Medusa, nessa linda contradição”, explica a atriz Michele Navarro.

SERVIÇO:

VALE DO ANHANGABAÚ – Praça Pedro Lessa ao lado do prédio dos Correios.

De 24 de agosto a 9 de novembro, sextas, sábados e terças-feiras, às 17h.

Informações – (11) 97202-3597

GRÁTIS.

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