Peeling anti-inflamatório garante o fim da acne

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Um rosto sem manchas ou pontos avermelhados. O que parece ser objeto de desejo, principalmente, de milhares de adolescentes, pode ser uma realidade na vida de quem busca um rosto sem marcas. De origem genética e hormonal, a acne atinge indiscriminadamente homens e mulheres e, embora predomine entre jovens, alguns estudos apontam sua incidência em 30% dos adultos. E em meio ao arsenal de soluções que o mercado oferece para combatê-la, um dos tratamentos mais eficazes é o peeling anti-inflamatório.

Realizado com ácido salicílico, o tratamento estimula a renovação celular e favorece a revitalização da pele, removendo gradualmente as células mortas. A fisioterapeuta Mariana Moraes garante que esse tipo de peeling melhora o aspecto das peles pró-acneicas, limpando os cravos. “O ácido salicílico estimula a renovação celular, elimina as células mortas devido ação esfoliante, regulando a oleosidade da pele, além de ser um anti-inflamatório potencial. A ação esfoliante deixa a pele mais fina para a ação de outros produtos secativos que completam o tratamento.”, explica Mariana.

O procedimento é rápido e simples. Com a pele limpa, aplica-se o ácido salicílico e logo depois, os produtos secativos, finalizando com filtro solar para manter a pele seca e sem oleosidade. Depois é só passar um hidratante e evitar a exposição solar direta, mas se não for possível, deve usar sempre filtro solar para não ser surpreendido com manchas. “O ideal também é evitar fumar após a aplicação e não utilizar produtos para diminuir a vermelhidão da área, que desaparecerá sozinha”, recomenda a fisioterapeuta.

Mas para ver os primeiros resultados são necessárias, em média, de três a cinco sessões, com intervalos de sete a 15 dias. O método pode ser aplicado em adultos e adolescentes de pele oleosa e com acnes a partir dos 15 anos, mas é contraindicado para gestantes e lactantes, pessoas alérgicas ao ácido e com infecções, como herpes.

Quanto antes tratar, melhor!

A acne é um termo genérico para designar uma série de problemas que atingem a pele, como as espinhas (pústulas), cravos (comedões), nódulos ou cistos. O aparecimento da doença depende de fatores como aumento da produção de sebo e presença de bactérias que vivem normalmente sob a pele. Na fase da puberdade, entre 14 e 17 anos, o organismo intensifica a produção de hormônios. Quando eles atingem a pele, provocam o aumento das glândulas sebáceas e, consequentemente, da quantidade de sebo sobre a pele. “Esse é o principal motivo da acne atacar um número tão grande de adolescentes”, explica a especialista.

Embora a doença não ofereça riscos à saúde, afeta a auto-estima, principalmente do adolescente, que já passa por várias mudanças, tem uma autocrítica exacerbada, e uma pele inflamada e marcada só pode prejudicá-lo do ponto de vista psicológico e social. Entretanto, independentemente da idade da pessoa, precisa ser tratada. “A acne não é um bicho-de-sete-cabeças e, quando tratada a tempo, não evolui para cicatrizes”, assegura.

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Sobre Guilherme Derrico

Jornalista, músico e viciado em esportes. Sejam todos bem-vindos ao mundo de Derrico. Um abraço!
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