Compulsivos por doces: conheça 6 dicas para fugir das calorias

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Depois do almoço é difícil resistir à uma sobremesa? Durante à tarde, está impossível abrir mão de um doce, chocolate ou bolacha recheada? Se você respondeu sim às duas questões, saiba que não é o único que enfrenta dificuldade em dizer ‘não’ às guloseimas. E, apesar desse hábito ser comum, em especial, entre as mulheres, não é nada saudável. O açúcar é um carboidrato refinado, que proporciona uma série de problemas à saúde como Diabetes mellitus, arteriosclerose, obesidade, aumento do ácido úrico sérico e incidência de cálculos biliares.

De acordo com nutrólogo André Veinert, o consumo exagerado de doce aumenta a produção de insulina do corpo, sobrecarregando o pâncreas e fragilizando o organismo. “O açúcar é composto por sacarose e outras substâncias químicas. Dependendo da quantidade e frequência a ser consumida, pode causar muitos prejuízos à saúde”, afirma Veinert.

A vontade de comer doces pode estar associada à diminuição da serotonina, um neurotransmissor regulador do humor, prazer, sono, ansiedade, fome, saciedade, entre outros. Alterações desse neurotransmissor no cérebro podem alterar todos esses sentimentos e sensações. “Na verdade, a queda desse neurotransmissor aumenta a vontade e a necessidade de comer doce, principalmente o chocolate”, explica o nutrólogo.

E o chocolate não é 100% vilão da saúde. Ele possui vitaminas e flavanóides, substância encontrada no cacau que age como protetor cardiovascular. O que prejudica a saúde é o seu excesso, pois o chocolate é rico em açúcar e gordura saturada. “Uma alternativa é recorrer aos chocolates meio amargo ou amargos, aqueles conhecidos como cacau 50%, até 90%.”, ensina o médico.

Não troque por chocolate diet, pois ele somente tem baixo teor de açúcar, que é compensado com maior concentração de gordura e mesmo valor calórico que o chocolate ao leite.

Desejo por doces

André Veinert revela algumas dicas para driblar a vontade de ingerir guloseimas durante o dia:

1 – Reduza o consumo de doces: Se a vontade de comer doce é muito grande, não é recomendado à parada brusca de seu consumo. O ideal é reduzir gradativamente. A parada repentina geralmente dura alguns dias e, muitas vezes, a pessoa sofre com um efeito rebote, abusando mais ainda dos doces.

2 – Menos calorias e mais saúde: Diariamente faça três refeições principais e duas pequenas nos intervalos, isso ajuda a controlar os níveis glicêmicos, diminuindo a fome. E não deixe de se alimentar corretamente, pois isso ajuda a diminuir o desejo por doces depois do almoço ou jantar.

Escolha trocar os doces por frutas in natura e frutas secas. Alternativas como gelatina light com pedaços de frutas e iogurte light, também com frutas. Outra boa opção, inclusive no período do verão, são os iogurtes do tipo frozen. Eles são refrescantes e possuem poucas calorias (cerca de 80 Kcal o copo e 70 Kcal na versão dieta).

Frutas como maçã, pera ou banana podem ser cozidas até em micro-ondas com canela e cravo, sendo uma excelente opção de sobremesa mais saudável e que pode suprir a necessidade de comer doce.

3 – Controle o emocional: Procure ajuda se você não consegue se controlar emocionalmente e usa o doce como válvula de escape dos problemas. Também não o elimine totalmente da dieta enquanto não buscar um suporte emocional e, sobretudo, nutricional adequado.

4 – Mantenha os doces longes: Para resistir à tentação, não carregue doce na bolsa ou evite deixar quantidade em estoque no armário. Manter as guloseimas por perto só aumenta a vontade de ingeri-las. Por isso, evite doces em casa ou escritório. Evite passar o dia chupando balas e outras guloseimas. Se somadas, as calorias podem aumentar muito.

5 – Aproveite para consumir os alimentos certos: Aveia, banana, maçã, canela, grãos em geral e castanha do Pará devem ser incluídos nas refeições, pois ajudam a controlar a necessidade de consumir doces.

6 – Pratique atividades físicas regularmente: A prática regular de atividades físicas ajuda a resistir aos doces. Com os exercícios, também são liberadas substâncias no cérebro que nos dão sensação de prazer, melhoram o humor, diminuem a ansiedade e, consequentemente, a vontade de comer doces. Além disso, melhora a capacidade cardiovascular e se ganha em qualidade de vida.

Não se engane

Não pule refeição alguma durante o dia, também não diminua as quantidades para, mais tarde, comer uma sobremesa. Essas táticas geralmente não funcionam, pois gera vontade de comer mais nas refeições posteriores ou de ficar ‘beliscando’ sem perceber. O resultado é um aumento nas calorias diárias ingeridas, que muitas vezes nem é percebida.

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Sobre Guilherme Derrico

Jornalista, músico e viciado em esportes. Sejam todos bem-vindos ao mundo de Derrico. Um abraço!
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