Artigo: Fatores motivacionais que levam uma pessoa a manter um programa de treinamento personalizado

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1. Introdução:

Vivemos em uma sociedade na qual predominam a produção, o trabalho e os bens de consumo como prioridade na vida das pessoas. Os avanços tecnológicos, estresse de um mercado de trabalho competitivo, caos no trânsito, poluição e criminalidade são fatores reais que afetam o nosso dia a dia e colaboram para o aumento da busca dos confortos da vida moderna. Com isso, o nível de inatividade física vem crescendo e o sedentarismo virou um problema mundial do nosso século (SALCEDO, 2010).

Dentro desse cenário, em meados da década de 90, o treinamento individualizado na figura do ‘personal trainer’ teve o seu mercado criado, conforme cita Monteiro (2000, apud PRADO; LIBERAL, 2008).

Oliveira (1999, apud CASTRO, 2009) conceitua a figura do ‘personal trainer’ como o profissional de Fitness licenciado em Educação Física, que desenvolve e prescreve programas de treinamento físico individualizado, sendo esses baseados em seus conhecimentos nas áreas de anatomia, treinamento esportivo, biomecânica do movimento e fisiologia do exercício; Teixeira et al (2012) ressalta ainda que o programa sempre deve respeitar a individualidade biológica e ser realizado em horários preestabelecidos para, com segurança, proporcionar um condicionamento adequado, com finalidade estética, de reabilitação, de treinamento ou de manutenção da saúde.

O treinamento personalizado tem como objetivo maximizar os resultados do programa de treinamento físico, além de ir ao encontro das metas e os objetivos dos praticantes, e para isto, os profissionais que trabalham com esta proposta utilizam diversos métodos de treinamento, dentre eles, destacam-se o treinamento de força, flexibilidade e aeróbio. É importante também a elaboração dos objetivos junto com o aluno, adaptando as aulas para o alcance das metas estipuladas (VIERA; ROCHA, 2013).

Segundo Weinberg & Gould (2008, apud OLIVEIRA, 2014), dados da literatura mostram que aproximadamente 50% das pessoas que iniciam um programa de exercícios abandonam a prática em menos de seis meses. Sendo assim, o conhecimento acerca da motivação auxilia o profissional a identificar quais são as dimensões que mais levam as pessoas a ingressarem no treinamento personalizado.

Diante disso, essa revisão teve como objetivo central verificar quais são os fatores de aderência e fidelização ao treinamento personalizado; e para atender esse objetivo foram realizados levantamentos bibliográficos nas bases de dados GOOGLE SCHOLAR e SCIELO, com as palavras-chave treinamento personalizado e personal trainer.

2. Revisão de Literatura:

2.1 O Personal Trainer

Devido ao grande desenvolvimento na área da Saúde, especificamente na Educação Física, presencia-se um comportamento de determinados grupos de indivíduos em torno de uma melhoria da estética, da performance e do bem-estar, dentre outras, envolvidos em parte com a grande propaganda de um corpo saudável e perfeito buscam, em certos casos, o treinamento personalizado como um veículo dentre as opções oferecidas no mercado; consequentemente, o profissional de Educação Física cada vez mais aperfeiçoa seus conhecimentos através de pesquisas e avaliações para melhorar a qualidade do planejamento dos treinos (SALCEDO, 2010).

Para O’brien (1999, apud SALCEDO, 2010), ser um personal trainer requer uma habilidade tátil, inteligência, treinamento acadêmico, experiência prática, julgamento correto e excelentes habilidades de comunicação. Além disso, requer compromisso e entendimento da importância do seu trabalho.

Atribui-se ao profissional de Educação Física as competências e hablidades para diagnosticar, planejar, organizar, supervisionar, coordenar, executar, dirigir, assessorar, dinamizar, programar, desenvolver, prescrever, orientar, avaliar, aplicar métodos e técnicas motoras diversas, aperfeiçoar, orientar e ministrar sessões específicas de exercícios físicos ou práticas corporais diversas (CONFEF 2002).

Monteiro (2000, apud PRADO; LIBERAL, 2008) afirma que a elaboração de programas de treinamento físico visando a individualidade, acompanhamentos dos treinos, avaliação e correção dos exercícios são as principais responsabilidades de um personal trainer.

2.2 Treinamento Personalizado

De acordo com KOMI (2006, apud CASTRO, 2009), exercício é toda atividade que envolve geração de força pelo músculo ativo, podendo ser quantificado, de forma mecânica como força, torque, trabalho, potência ou até velocidade de progressão. Já Mcardle (2008) define exercício como sendo a atividade física planejada, estruturada, repetitiva e intencional. A atividade física, exercícios e aptidão física estão associados à saúde, bem-estar e qualidade de vida.

A prescrição do exercício deve aprimorar a aptidão, promover a saúde global, reduzir os fatores de risco e garantir uma experiência segura e agradável durante o exercício. Esse método envolve a integração bem-sucedida da ciência do exercício com objetivos comportamentais destinados a aprimorar a adesão do cliente e a concretização dos objetivos (MCARDLE, 2008).

Cada indivíduo caracteriza-se por serem diferentes quanto a genótipo e fenótipo, por isso respondem de maneira diferente aos estímulos (treinamento). Entende-se então que quanto mais individualizado for o treinamento, mais eficiente, seguro e rápido serão os resultados obtidos. Guedes (2003, apud PRADO; LIBERAL, 2008) destaca que o treinamento personalizado não é modismo, mas sim uma tendência que chegou para ficar.

O exercício administrado corretamente pode melhorar a maioria dos principais indicadores da saúde como freqüência cardíaca, pressão sanguínea, resistência muscular, força e composição muscular. Esse é um ponto que mostra o personal como um agente da saúde, sendo ainda mais importante, por ser um profissional que trabalha com a prevenção de doenças (SALCEDO, 2010).

O tipo de exercício físico, a frequência e duração da sessão devem ser adaptados ao indivíduo ou ao grupo, considerando não somente o estado de saúde e o nível de risco ou doença, mas também a capacidade física, as limitações individuais, os objetivos pessoais e as preferências, visando otimizar os benefícios e obter uma adesão duradoura das pessoas ao programa de exercícios físicos. (CONFEF 2010).

Saber atender o seu cliente com diferença e atenção individualizada é o que difere o trabalho do personal dos demais ramos da área do fitness. Prescrever exercícios e periodizar são tarefas que o instrutor de academia também pode realizar. Conforme Sarkis (2009, apud SALCEDO, 2010), periodizar é planejar o treino, é a proposta de dividir os treinamentos em etapas, na intenção de atingir objetivos específicos usando uma programação em dias, semanas, meses ou até mesmo em anos. Periodizar é uma tarefa obrigatória para um profissional que trabalha com treinamento de força e aeróbico, para obter resultados em que possa registrá-los e mostrá-los para seus clientes e desenvolver um vínculo de longo prazo. Mas só periodizar não satisfaz um bom trabalho personalizado. Como mencionado anteriormente, o relacionamento com o aluno é um dos aspectos fundamentais do serviço de personal. O segredo do personal trainer é cultivar o relacionamento em longo prazo entre profissional e aluno, estabelecendo um clima de confiança mútua.

A satisfação do cliente é uma finalidade que vem junto com o atendimento de qualidade. O personal que consegue satisfazer o seu cliente atrai a fidelidade do mesmo, com isso, a rede de indicações funciona, ou seja, um cliente que está satisfeito com o trabalho indica aquele profissional para parentes, amigos, colegas, etc (SALCEDO, 2010).

2.3 Saúde e Qualidade de Vida

O estilo de vida sofre influência de fatores negativos (stress, fumo, drogas, isolamento social, sedentarismo…) e positivos (bons hábitos alimentares, satisfação pessoal, alegria de viver, amizades, prática esportiva…). Dentre esses fatores, alguns não podem ser controlados, como características hereditárias, acidentes imprevisíveis ou doenças infecciosas. Já outros podem, como stress, sedentarismo, uso de drogas, controle de doenças, saúde física e mental (CASTRO, 2009).

De acordo com Saba (2001, apud GUIMARÃES, 2012) o hábito é o que leva um praticante a constantemente estar mantendo a atividade física, aderindo a determinantes pessoais, ambientais e característicos do exercício físico, propiciando por longos períodos a prática física, aumentando a qualidade de vida com garantia de saúde e satisfação.

A saúde é definida por BOUCHARD (1990, apud CASTRO, 2009) como um estado de bem-estar geral, incluindo aspectos psicológicos, emocionais, físicos, ambientais, espirituais e sociais.

Os indivíduos mais velhos, porém aptos, possuem muitas características das pessoas mais jovens. Portanto, poderia argumentar-se que uma aptidão física aprimorada retarda o envelhecimento e confere proteção em termos de saúde e possível longevidade. Isso pode não representar necessariamente uma ‘fonte da juventude’, porém a maior parte da evidência mostra que a atividade física regular retarda o declínio na capacidade funcional associado ao envelhecimento e ao desuso. A participação nos exercícios consegue reverter a perda de função, independentemente de quando uma pessoa torna-se fisicamente mais ativa (MCARDLE, 2008).

2.4 Fatores de escolha do Personal Trainer

Teixeira et al (2012) realizou entrevista com 33 indivíduos participantes de treinamento personalizado há pelo menos um ano. O questionário foi aplicado uma única vez a cada cliente de TP dos próprios autores, caracterizando o estudo como transversal. Nove fatores foram questionados quanto ao seu nível de importância, currículo do profissional, conhecimento técnico-específico, postura profissional, aparência, atendimento inicial, custo do serviço, referências (indicações), local das aulas e realização de avaliações periódicas. Os equivalentes percentuais dos níveis de importância assinalados em cada fator avaliado foram somados e divididos pela quantidade de sujeitos da amostra (N), a fim de se estabelecer o nível médio de importância de cada fator.

Com base nos resultados encontrados, para a amostra avaliada, fatores relacionados à qualidade do serviço parecem ser decisivos para a contratação do Personal Trainer. O conhecimento técnico-específico do profissional atuante no segmento de personal training foi considerado o fator que apresentou maior nível percentual médio de importância para contratação do serviço de Treinamento Personalizado, com diferença significativa sobre a aparência, local das aulas e custo do serviço. Neste estudo, a valorização do aspecto relacionado ao custo do serviço foi menos evidenciada (percentualmente), inclusive, que os fatores relacionados à imagem do profissional, postura e aparência. Isso indica que o profissional atuante no segmento de Treinamento Personalizado, além de se preocupar em oferecer qualidade e segurança nos serviços prestados, deve sempre atentar ao cuidado de sua imagem.

Oliveira (2014) em pesquisa com 25 indivíduos participantes de treinamento individualizado analisou as características que as entrevistadas julgavam para a escolha de um personal trainer, verificou-se que a maioria das alunas cita a boa aparência física (22%), indicação de outros alunos (referências) (18%), conhecimento técnico (18%), empatia (11%) e preocupação com o aluno (6%) como sendo os fatores mais importantes para a escolha desse profissional, seguindo com outros fatores que foram agrupados por serem menos citados, obtendo 25% de outras características como diversidade de exercícios, metodologia das aulas, confiança, orientação correta, comprometimento, dinamismo, pontualidade, regularidade, afinidade, profissionalismo, interesse, motivação, disciplina, valor cobrado, flexibilidade e disponibilidade.

2.5 Fatores de aderência e fidelização ao Treinamento Personalizado

Guimarães (2012) utilizou uma amostra de 20 alunos de uma academia de Cuiabá, selecionadas por atenderem alguns critérios de inclusão: participar regularmente das aulas, cumprir horários de chegada e saída, ter um tempo mínimo de 3 meses com personal trainer. As variáveis medidas pelo questionário foram: idade, estado civil, grau de instrução, motivos que levaram a procura do treinamento personalizado, como por exemplo, a estética, autoestima, amizades, elogios, acompanhamento exclusivo, resultado rápido, compromisso com horário, aconselhamento médico, superar desafios, combater o estresse, preparo para um envelhecimento sadio, sentir-se especial, melhora do humor, variações de treinamento, periodização, motivação, exigência pela profissão ou porque está na moda. Destes fatores, os entrevistados apontaram o compromisso com o horário como principal motivo pela busca do treinamento personalizado, seguido pelas avaliações físicas periódicas.

Salcedo (2010) realizou pesquisa com 30 indivíduos da cidade de Porto Alegre, 16 mulheres e 14 homens, todos alunos de personal trainer, de ambos os sexos, com idades entre 23 e 60 anos, com média de tempo de treino de 2 anos. Para a realização deste trabalho foi utilizado o Inventário de Motivação à Prática Regular de Atividade Física ou Esportiva (IMPRAFE-132), o qual identifica as seis dimensões motivacionais relacionadas à prática regular de atividades físicas. O inventário possui 132 itens agrupados em blocos de seis, conforme a sequência das dimensões a serem estudadas – no caso, Controle de Estresse, Saúde, Sociabilidade, Competitividade, Estética e Prazer; das seis dimensões analisadas para classificar o nível de motivação do individuo, a dimensão Saúde (115,53) é a que mais leva o aluno à prática regular do treinamento personalizado. Em seguida, as dimensões que mais motivam os alunos são: Prazer (108,57); Estética (93,00); Controle de Estresse (92,76) e com valores mais baixos Sociabilidade (58,96) e Competitividade (58,36).

Castro (2009) desenvolveu o trabalho intrevistando clientes dos profissionais atuantes na região metropolitana de Belo Horizonte, e identificou quais as verdadeiras causas para o ingresso do cliente em um programa de Personal Trainning: 16% saúde, 14% qualidade de vida, 13% por estética, 13% bem-estar, 9% obter resultados rápidos, 6% por aptidão física, 6% alongamento, 5% longevidade, 4,5% entreterimento, 2,5% companhia, 2,5% indicação de amigos, 2% indicação médica, 1,5% competição, 1,5% frustração com outras atividades, 1% relaxamento, 0,5% falta de tempo para ir à academia, 0,5% por moda, 1,5% outros, que no caso relataram reeducação postural, supervisão técnica, prática habitual de atividade física e desempenho em corridas de maratona.

Prado e Liberal (2008) entrevistaram mulheres que realizam treinamento personalizado, que estão na faixa etária de 20 a 40 anos. A amostra foi composta por 27 alunas que estão frequentando as academias situadas na zona norte de Porto Alegre. O questionário entregue, respondido por ordem de importância, buscava identificar o que mais interessa na contratação do treinamento personalizado. As categorias e as questões correspondentes: Condicionamento físico, Status, Amigos e Saúde, e foi criado um índice de importância atribuindo a seguinte pontuação de importância conforme a resposta: Muito importante; Importante; Pouco importante e Nada importante. Nesse estudo o fator avaliação física alcançou 100% de importância no questionamento, seja para mostrar o progresso do aluno como para ajudar o profissional a montar uma estratégia cada vez mais adequada ao seu cliente; o segundo item mais citado na pesquisa que é um treinamento mais individualizado com 95,11% da importância no questionamento, demonstrando que as pessoas cada vez mais querem um treinamento que atenda as suas individualidades e necessidades.

Oliveira (2014) pesquisou 25 praticantes de atividades físicas diversas, com idade entre 25 e 53 anos de idade, do sexo feminino, que utilizam o serviço de personal trainer há no mínimo um ano. A entrevista foi composta de 4 perguntas abertas e tinha o objetivo de verificar os fatores de escolha e de fidelização. Já no questionário optou-se por perguntas fechadas, contendo 15 fatores com uma escala de 0 a 5, onde 0 significa não ter nenhuma opinião formada, 1 nada importante, 2 pouco importante, 3 importante, 4 muito importante e 5 extremamente importante. Em relação aos principais motivos para a fidelização com o serviço do personal trainer, foi possível observar que as respostas que mais apareceram foram o alcance dos objetivos/resultados (21%), seguidos pela empatia (8%), motivação (6%), diversidade de exercícios (6%), melhora da saúde (5%), encaminhamento para nutricionista e dicas de alimentação feitas pelo personal trainer (5%), o restante (49%) se dividiu entre outras diversas características e fatores como comprometimento, respeito às limitações do aluno, regularidade, intenção, afinidade, orientação correta, confiança, disponibilidade, flexibilidade, boa localidade da academia, preço acessível, aparência do personal trainer, seu bom relacionamento e atenção com o aluno, incentivo, metodologia e dinamismo das aulas.

2.6 Discussão

Observa-se na literatura revisada que dentre os fatores que influenciam na contratação do Personal Trainer podemos citar: prescrição e acompanhamento individualizado, exclusividade no atendimento, maior flexibilidade para escolha do local e horário de treinamento, maior motivação proporcionada pela presença do profissional, diminuição da probabilidade de ocorrência de erros e falhas metodológicas e resultados comprovadamente melhores. Em nenhum estudo o fator custo do serviço apareceu entre os principais motivadores para contratação, Teixeira et al (2012) destaca que na pesquisa realizada na cidade de Santos o principal fator para escolha do profissional foi o conhecimento técnico-específico; já no estudo de Oliveira (2014), fatores como boa aparência física e indicação de outros alunos aparecem à frente do conhecimento técnico.

Analisando os fatores que motivam a fidelização ao programa de treinamento com Personal Trainer, os aspectos saúde, qualidade de vida, avaliação física, prazer e estética foram os que alcançaram melhor pontuação, ficando à frente de fatores como custo do serviço.

3. Considerações Finais

Com base nos estudos pesquisados podemos perceber que os fatores que motivam a contratação do Personal Trainer não fogem dos levantados por Teixeira et al (2012) e Oliveira (2014), destacando o conhecimento técnico-específico, boa aparência física e indicação de outros alunos, mostrando que o profissional atuante no segmento de Treinamento Personalizado, além de se preocupar em oferecer qualidade e segurança nos serviços prestados, deve sempre atentar ao cuidado com sua imagem.

Quanto aos fatores de aderência e fidelização, encontramos a preocupação com a saúde, alcance dos objetivos, avaliação física e compromisso com horário, aspectos que refletem o estilo de vida atual, aonde o estresse, má alimentação, jornada de trabalho extendida, trânsito e falta de tempo, entre outros, forçam o indivíduo a buscar formas rápidas e eficazes de manutenção da saúde e melhora na qualidade de vida.

Não foi possível uma comparação mais profunda entre os estudos analisados, pois não existia um padrão de entrevista. Os tipos de questionários diferiam em quantidade e tipos de perguntas aplicadas aos praticantes de treinamento personalizado.

Sugerimos para as próximas pesquisas de campo uma padronização quanto aos questionários aplicados para que se refine os resultados quanto aos fatores de aderência e fidelização ao treinamento personalizado.

4. Referências Bibliográficas

• PRADO, A.O.V., LIBERAL,R. Motivos que levam mulheres a procurarem treinamento personalizado. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, São Paulo, v.2, n.11, p.564-577. Set/Out. 2008.

• CASTRO, S.C. O perfil do cliente do profissional de educação física que atua como personal trainer na região metropolitana de Belo Horizonte. Monografia. Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, 2009 – eeffto.ufmg.br

• SALCEDO, J.F. Os motivos à prática regular do treinamento personalizado: um estudo com alunos de personal trainer. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul) Porto Alegre

• TEIXEIRA, C.V.L.S. et al. Fatores determinantes para a contratação do serviço de treinamento personalizado na cidade de Santos, SP. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Ano 17, Nº 174, Novembro de 2012. http://www.efdeportes.com/

• GUIMARÃES, J.M. Perfil de aderência e permanência de alunos de personal trainer da cidade de cuiabá. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, São Paulo. v. 6. n. 33. p. 241-245. Maio/Jun. 2012.

• VIEIRA, W.O., ROCHA, A.C. Características morfofuncionais de alunos que iniciam o programa de treinamento personalizado. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício – Volume 12 Número 3 – maio/junho 2013.

• OLIVEIRA, P.S. Fatores de fidelização com o serviço de personal trainer. 2014. Monografia (Curso de Educação Física  – Bacharelado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Porto Alegre.

• AZEVEDO, L.F. et al. Recomendações sobre condutas e procedimentos do profissional de Educação Física na Atenção Básica à Saúde. 2010. CONFEF/CREFs. http://www.listasconfef.org.br/arquivos/Livro_Recomendacoes.pdf

• MCARDLE, W.D; KATCH, F.I; KATCH, V.L. Fisiologia do exercício: Energia, nutrição e desempenho humano. 6ª edição; Editora Guanabara-Koogan, 2008.

*AUTORIA: Adriano Pereira Sales.

*ORIENTAÇÃO: Angélica Pinheiro.

*REVISÃO DE TEXTO E CRIAÇÃO DE APRESENTAÇÃO DE SLIDES: Guilherme Derrico.

Sobre Guilherme Derrico

Jornalista, músico e viciado em esportes. Sejam todos bem-vindos ao mundo de Derrico. Um abraço!
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